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O Salão Internacional de Ensino, Pesquisa e Extensão (Siepe) da Universidade Federal do Pampa começou na manhã desta terça-feira (24) reunindo autoridades, servidores e discentes no Campus Alegrete da instituição. Em sua sétima edição, o evento acadêmico tem como tema “Saberes que movem o pampa”.

Com 1.819 trabalhos inscritos, divididos nas modalidades oral e pôster, o evento que tem apoio da Prefeitura do Alegrete é o maior em número de trabalhos submetidos. A solenidade também marcou a inauguração oficial dos prédios do Parque Científico e Tecnológico do Pampa (Pampatec) e do Núcleo de Tecnologia da Informação e Comunicação (NTIC).

O Pampatec foi construído no campo do antigo aeroporto, em frente à Avenida Tiaraju, em área doada pelo município à Unipampa que, inicialmente, tinha seu campus limitado a três hectares. Com a doação, feita em 2009, foi possível a ampliação do campus para 43 hectares e, com isso, novos projetos da universidade tiveram impulso, dentre os quais a casa do estudante, novos laboratórios, restaurante universitário e o Pampatec.

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O coordenador do Pampatec, Émerson Rizzatti, relembrou o desenvolvimento do projeto que resultou no Parque Científico e Tecnológico do Pampa e destacou o rápido desenvolvimento do espaço de inovação tecnológica. “Hoje o Pampatec que já possui quatro empresas formalizadas, que gera de 30 empregos diretos, que já mostra que o potencial de desenvolvimento é real”, acredita.

Para o diretor geral da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Leonardo Gonçalves, “a Unipampa representa a mudança de paradigma, mas, principalmente de criar e de gerar novas oportunidades para a metade sul do Rio Grade do Sul”.

A reitora da Unipampa, Ulrika Arns, diz que o VII SIEPE é um momento de congregação entre os 10 campi da universidade. “O SIEPE é momento em que a nossa universidade reúne-se para mostrar e repetir o conhecimento aqui construído e que demonstra que o investimento em bolsas de ensino, pesquisa e extensão é sim importante para a produção acadêmica”, comenta.

A vice-prefeita de Alegrete, Preta Mulazzani, destacou a Unipampa como um espaço importante para produção de conhecimento e desenvolvimento integrado regional. “O ensino, a pesquisa e a extensão têm um sentido muito grande para vocês, mas, mais para nós que queremos saber do conhecimento, da produção da universidade, do que ela tem produzido de conhecimento para o desenvolvimento da cidade e da região”, afirma.

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