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Mesmo depois que a reportagem da Rádio Minuano publicou nas redes sociais o abandono e as consequências das obras paradas da Avenida Rondon, nada mudou. O tema serviu de questionamento, a prefeita em exercício e o secretário de obras, na última segunda-feira, nos estúdios da emissora. Ontem, no final da tarde, comerciantes do local chamaram nossa reportagem para relatar os prejuízos que estão tendo, por falta de acessibilidade aos clientes. Há mais de três meses sem dar andamento, até larvas do mosquito da dengue foram encontradas pela vigilância epidemiológica da secretaria de saúde, que providenciou a colocação de larvicida. Gládis Fabiana, da empresa Bica lanches, alega que o movimento caiu 80% nem os salários dos funcionários está conseguindo pagar em dia.

buracoDurante a entrevista ela confessou que votou na atual administração, mas, está decepcionada. Já o empresário Pit Faustino, da Pit Adesivos, ratifica a reclamação da Fabiana e pedem o ressarcimento à prefeitura pelos prejuízos que vêm sofrendo. Quando questionada, segunda-feira pela reportagem, na última segunda-feira (08/11), Preta Mulazzani alegou que o município não estava cobrando contribuição de melhoria.

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A reportagem rebateu que o ente público não podia cobrar contribuição de melhoria de uma obra que não foi terminada, muito menos entregue. Já o secretário de obras refutou o prazo de três meses de paralisação da obra, algo contestado pelos moradores.

Ouça o áudio e confira o desabafo dos empresários Gládis Fabiana (Bica Lanches) Pit Faustino (Pit Adesivos):

Os prejuízos por conta das obras paradas e sem acessibilidade, fizeram o movimento cair até 80% e atrasar salários de funcionários.

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