carnaval

A situação financeira do município, que já tem sofrido com a diminuição da arrecadação em razão da crise econômica, foi afetada ao longo do ano com a falta de repasses dos demais entes federativos para o custeio da Unidade de Pronto-Atendimento.

Ao total, a Prefeitura do Alegrete aplicou 730,6 mil reais a mais em seu custeio. Este valor representa praticamente o dobro do que previa-se aplicar no Carnaval 2016. A Administração Municipal apresentou detalhadamente a dirigentes da Associação Cultural, Recreativa e Carnavalesca de Alegrete (Assercal) na manhã desta quinta-feira (26) as razões pelas quais não poderá custear o evento. “Evidente que não gostaríamos de chegar a este ponto, mas em momentos de dificuldades precisamos tomar decisões que nem sempre nos agradam. Se fizéssemos este compromisso, corríamos sério risco de não conseguirmos honrar outras obrigações”, afirma o prefeito Erasmo Silva.

Porém, a decisão não significa que não haverá atividades no período. A Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer estará reunida com a Assercal nos próximos dias para decidir um formato alternativo para as comemorações da festa de Momo. “Certamente não era o que pretendíamos para 2016. Entretanto, vamos manter acesa a chama do Carnaval com uma festa popular na época em parceria com a entidade”, afirma o secretário Rafael Souza.

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