Além do risco de racionamento de energia e apagões, o governo federal terá de lidar com a pressão nas contas de luz em 2022 – ano de corrida eleitoral. Cálculos preliminares da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) indicam que as tarifas de energia podem subir, em média, 16,68% no ano que vem, principalmente por causa da crise hídrica que o País enfrenta atualmente. A estimativa foi apresentada ontem pelo superintendente de Gestão Tarifária da agência reguladora, Davi Antunes Lima, em audiência pública na Comissão de Legislação Participativa da Câmara.

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