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Bio Citrus amplia em 85% preço pago na indústria pela mandarina verde

Comunicado aconteceu durante a abertura de Safra da Mandarina Verde 2020, realizada na sede da empresa em Montenegro

 

O ano inicia com um cenário positivo para o citricultor gaúcho, especialmente para aqueles que produzem mandarina verde, que deve receber até 85% a mais pelo preço da fruta no momento de entrega na indústria, em relação aos valores praticados no ano passado.

Esse é o indicativo apresentado pela Bio Citrus, empresa instalada em Montenegro, sendo uma das principais produtoras de óleos essenciais do Brasil. O comunicado de valorização no preço foi feito na última sexta-feira, (dia 31/01), durante o encontro com citricultores da região realizado na sede da empresa.

De acordo com o gerente de produção da Bio Citrus, Magnus Winck, essa valorização nos preços pode ser atribuída as melhorias realizadas nos processos produtivos, aumentando a eficiência e possibilitando a reversão destes valores como investimento no preço da fruta.

“A melhor gestão dos processos produtivos permitiu a Bio Citrus a redução de seus custos operacionais, retornando assim a maior parte destes valores ao citricultor como forma de valorização do raleio da mandarina verde”, afirma Magnus.

Com quase meio século de atuação no mercado, a Bio Citrus está entre as pioneiras na produção de óleo essencial no país, além de ser a maior processadora de óleo essencial de mandarina verde do mundo. O parque industrial vem sendo modernizado de forma a aumentar substancialmente sua capacidade produtiva atendendo com mais qualidade seus fornecedores e clientes.

Fazenda Exprimental

Atualmente, a Bio Citrus trabalha principalmente com as variedades de Mandarina tipo Caí, Pareci e Montenegrina, entre outras. Para aumentar ainda mais seu mix de óleos, a empresa investiu na aquisição de uma propriedade de 204 hectares, também no município de Montenegro. A Fazenda Experimental, como vem sendo chamada pelos administradores, visa realizar o desenvolvimento de cultivares exóticas, como por exemplo, pomelos branco e rosa, laranja kumquat, citrus bergamia e limão yuzu, entre outras.

O plantio das novas cultivares já iniciou e estão em fase de desenvolvimento, mas a primeira safra de frutas deve acontecer em aproximadamente três anos. No entanto, o gerente de produção, Magnus Winck, revela que objetivo da empresa não é deixar de comprar a fruta dos citricultores, pelo contrário, é replicar essas variedades para todo Vale do Caí.

“O planejamento da Bio Citrus com a Fazenda Experimental é trabalhar o desenvolvimento de cultivares exóticas de citros. Por isso, nosso objetivo também é replicar para os citricultores da região todo conhecimento e tecnologia que vamos empregar nesse projeto”, afirma.

 

Sobre a Bio Citrus

http://www.biocitrus.com.br
www.facebook.com/Biocitrus
Instagram: @aripebiocitrus

Informações para a imprensa

Texto: AgroUrbano Comunicação

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